segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Disputa fica mais acirrada pelo comando da AL
De nada adiantou a estratégia do PMDB de tentar protelar a decisão em relação a quem apoiar para a presidência da Assembleia Legislativa, no sentido de evitar um novo confronto com o PT. Após o anúncio oficial da bancada peemedebista de que a prioridade é trabalhar para manter a posição que ocupa na Mesa Diretora – de primeiro secretário –, hoje ocupada pelo deputado Luciano Simões, o PT, embora não tenha se manifestado de forma direta, contou com o apoio irrestrito do tucano Marcelo Nilo, o que não poderia ser diferente, que tratou logo de comprar a briga. Segundo Nilo, que disputa a reeleição, “se o PT quiser, a vaga desejada pelo PMDB, será, sem dúvida, de um deputado petista”. A chapa dele, inclusive, deve ser anunciada amanhã. Não poderia ser diferente, conforme avaliação de Nilo, levando em consideração que “o PT me liberou para formar a chapa que fosse melhor para a minha candidatura, e sempre foi correto comigo. Abriu mão de disputar a presidência em meu favor, abriu mão da primeira vice-presidência (Ângelo Coronel, do PR, foi indicado para ser mantido na vaga) e até da primeira-secretaria, para que a gente tentasse chegar a um consenso. Mas se o pleito do PT for a primeira-secretaria, terá meu apoio definitivo”, assegurou. Conforme Nilo, ele teria deixado claro ao líder do PMDB na Casa, Leur Lomanto Jr, indicado pelo PMDB para disputar a primeira-secretaria de forma avulsa, que não tem compromisso com o colega se o partido do ministro Geddel Vieira Lima não o apoiar. “Portanto, dessa forma me isento de qualquer responsabilidade de manter o respeito à proporcionalidade, indicando cargos para a oposição e para os peemedebistas, caso a postura do PMDB, que deve liberar a bancada para votar como quiser para presidente, permaneça a mesma.”, salientou.
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